Relator da CPI dos Trens do Rio diz que estado vive pré-colapso no sistema ferroviário

Deputados acusam Secretaria Estadual de Transportes e agência reguladora de omissão na fiscalização do serviço

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Foto: Supervia

O relator da Comissão de Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Trens na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), deputado Waldeck Carneiro (PSB), disse nesta segunda-feira (18), após reunião da comissão para analisar a precariedade do serviço prestado pela concessionária Supervia, que o estado do Rio vive um “pré-colapso em seu sistema ferroviário”.

O relator afirmou, ainda, que desde que a CPI foi criada, a comissão vem recebendo constantes reclamações de usuários do sistema de trens operado pela Supervia. Segundo ele, há queixas desde o banheiro público até a falta de peças de reposição para os trens e painéis que informação sobre horários das composições ao público.

O relator da Comissão de Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Trens na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), deputado Waldeck Carneiro (PSB), disse nesta segunda-feira (18), após reunião da comissão para analisar a precariedade do serviço prestado pela concessionária Supervia, que o estado do Rio vive um “pré-colapso em seu sistema ferroviário”.

O relator afirmou, ainda, que desde que a CPI foi criada, a comissão vem recebendo constantes reclamações de usuários do sistema de trens operado pela Supervia. Segundo ele, há queixas desde o banheiro público até a falta de peças de reposição para os trens e painéis que informação sobre horários das composições ao público.

“O Estado decidiu não operar mais o serviço, mas não possui estrutura fiscalizatória. É a ‘raposa tomando conta do galinheiro’, como diz o ditado popular. Desde que foi criada, a CPI também recebe constantes reclamações de usuários cadeirantes do modal de que os elevadores não funcionam”, disse Waldeck, exemplificando uma das reclamações.

A comissão ouviu o presidente da Supervia, Antônio Carlos Sanchez. Ele afirmou que a concessionária investiu mais de R$ 1,4 bilhão. Os parlamentares criticaram o governo estadual pela fiscalização falha por parte da Secretaria de Estado de Transportes (Setrans) e da Agência Reguladora de Transporte (Agetransp) do estado.

O objetivo da CPI é investigar denúncias; apurar interrupções nos serviços dos trens suburbanos, os atrasos entre os horários de chegadas e partidas, a superlotação das composições, a duração das viagens, a acessibilidade das estações, a construção de banheiros; analisar as condições de trabalho dos funcionários, dos trens e das estações; cobrar o retorno do ramal Santa Cruz–Central do Brasil.

A CPI dos Trens é formada pelos deputados estaduais Lucinha (presidente – PSD), Eliomar Coelho (vice-presidente – PSB), Waldeck Carneiro (relator – PSB), Luiz Paulo (PSD), Martha Rocha (PDT) e Dionísio Lins (PP).
Brasil de Fato

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