Após cirurgia plástica engenheira morre em Minas Gerais

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Júlia Moraes. Foto: Reprodução

Um inquérito foi aberto pela Polícia Civil de Belo Horizonte – MG para investigar a morte de uma engenheira após uma cirurgia plástica, em uma clínica particular, no bairro Santa Efigênia, região Leste da cidade no último dia 8.

Júlia Moraes Ferro, de 29 anos, colocou prótese de silicone nos seios e passou por uma lipoaspiração no abdômen. Quase depois de seis horas do procedimento, foi levada para um quarto, sentindo mal. Foi o que disse a mãe da paciente, Patrícia Carneiro de Morais.

De acordo com a mãe de Júlia a cirurgia demorou mais que o esperado, e a filha foi levada no mesmo dia para um hospital particular, de onde foi transferida quase cinco dias depois para outro hospital que atendia pelo plano de saúde de Júlia. Ela ficou menos de duas semanas internada e teve um quadro irreversível de morte encefálica. Agora, a mãe quer uma explicação do que aconteceu.

“Minha filha era saudável, fazia academia, cuidava da alimentação”, disse Patrícia, que enterrou Júlia na última segunda-feira, em João Monlevade, na região Central. Antes do sepultamento, ela ainda atendeu dois pedidos da filha, não realizou velório e doou todos os órgãos.

A mãe de Júlia lembrou que a filha sonhava com a plástica desde a adolescência e que fazia questão de um dia trabalhar e pagar pela cirurgia. “Ela saiu de férias na quinta-feira (7) e na sexta-feira (8) foi para a clínica. Estava tranquila, sem nervosismo”, relatou Patrícia, mãe de Júlia Moraes.

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